Um dos primeiros animais a serem domesticados pelo homem foram os suínos, há cerca de 5000 a. C.
A dieta onívora e a flexibilidade de ambiência desses animais favoreceram a proximidade com o ser humano, tendo sua carne utilizada como alimento, sua pele como agasalho, seus ossos como ferramentas e seus pelos como escovas e pincéis.
No momento em que os porcos selvagens começaram a se aproximar das habitações dos homens primitivos, provavelmente pela fácil oferta de restos de alimentos, os animais não precisavam mais procurar comida nas florestas e nem fugir dos predadores. Dessa forma o processo de transformações morfológicas nos animais deu-se início.
Os porcos selvagens possuíam a parte anterior do corpo mais rica e mais desenvolvida que a posterior, hoje ocorre o inverso, os animais apresentam posterior mais desenvolvido.
Posteriormente iniciou-se uma busca por uma carne mais saudável, devido às exigências dos consumidores e mudanças na forma de alimentação da sociedade. Isso levou a mudanças na suinocultura e estudos sobre melhoramento genético para ter um melhor aproveitamento do animal.
O suíno moderno é resultado de um manejo genético, através do cruzamento entre raças puras, levando a alterações morfológicas e fisiológicas dos animais para que possam atingir as características desejadas, somadas à maior economia e à máxima produtividade.